Comportamento Afetivo

Com sorrisos cada vez mais raros e sem poder de contagiar; com impaciência ao invés de brincadeiras e um torturante silêncio onde deveriam existir palavras e palavras, cada vez mais pessoas vivenciam a solidão a dois, termo que ouvi pela primeira vez na voz de Cazuza, em "Eu queria ter uma bomba", música do Barão Vermelho.

Ela ama o fato de amar, ama estar amando. Apaixona-se pela paixão. E não é um caso raro.

O ciúme pode ser um veneno para qualquer casal quando assume sua pior faceta, a patológica: a desconfiança toma conta de tudo e um não dá ao outro o direito de ter, no relacionamento, espaço pessoal. Bem administrado, no entanto, o sentimento pode trazer benefícios à relação.

Se precisa forçar, é porque não é o seu tamanho. Esta afirmação é válida para qualquer elemento que de alguma forma tenha que encaixar com você, sejam peças de vestimenta ou relacionamentos, amizades, etc. Imagino que a grande maioria dos leitores se identificarão com essa situação na qual você vê uma peça de roupa que gosta, entra para perguntar e respondem que o seu tamanho está esgotado. Então você pede um tamanho maior ou menor, para ver se dá sorte.

“Ter um caso faz bem ao casamento.” É o que diz a socióloga inglesa Catherine Hakim. Em seu novo livro ela explica porque as relações extraconjugais tornam os casais mais felizes. Essa ideia não é fácil de ser aceita. Afinal, um dos pressupostos da nossa sociedade é o de que o casal monogâmico é a única estrutura válida de relacionamento sexual humano, sendo tão superior que não necessita ser questionado.

A tranquilidade de um amor, muitas vezes, cede lugar à comodidade e, consequentemente, ao marasmo. Muitos casais juntos há anos costumam reclamar da temperatura morna da relação, e se lembram com saudade dos momentos quentes que tiveram no início do romance. Relacionamentos amorosos são cíclicos e, portanto, resgatar as sensações apaixonadas do começo em meio à rotina raramente é uma tarefa bem-sucedida. Algumas atitudes, no entanto, podem dar fôlego novo a uma longa união.

Mesmo sabendo que Thiago*, seu colega de curso técnico, sentia atração por homens, Kaitissiane Teixeira de Andrade, 23, enfrentou o falatório da pequena cidade mineira onde mora para namorar o rapaz, com quem ficou por três anos e meio.

Conversar sobre o que gosta e tentar novidades é importante.

O curta "O Banquete" apresenta a vida amorosa de um homem pelos olhos de um cão.

Além de ser uma boa maneira de começar o dia, o sexo logo pela manhã libera ocitocina, conhecido popularmente como "hormônio do amor". Ele é responsável pela sensação de prazer, o que pode contribuir para o bom humor ao longo do dia.

Modalidade que quando bem feita pode significar um orgasmo certeiro para as mulheres, o sexo oral ainda é cercado por tabus para muitos homens, que tendem a evitá-lo ou a cometer muitos erros ao praticá-lo. Para ajudar a desmistificar a prática, a educadora sexual Aline Castelo Branco, também pesquisadora do Nusex (Núcleo de Sexualidade) da Unesp (Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho), criou um curso de sexo oral para homens.

É comum que a pessoa sinta por você algo que a mantém por perto, mas que, desgraçadamente, não é desejo

Você sabia que pode estar limerente? Ou que já esteve? Ou que pode ficar? É, se você acha que é saudável passar o dia inteiro pensando no seu amor, se sente uma alegria extrema quando está ao lado dele e uma tristeza enorme na sua ausência. Se não pode evitar, é um reflexo involuntário que nasce no seu interior e se projeta com gestos dignos de uma loucura. Isso é a limerência. Estar loucamente apaixonado, mas literalmente.

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Naquela data especial, ao menos para você, a expectativa era que houvesse uma ligação, um presente ou uma surpresa. Como nada disso aconteceu, a frustração tomou conta dos seus sentimentos e você começou a questionar se era realmente amado. Depois, ficou amuado ou provocou uma conversa séria para por tudo em pratos limpos. O que, evidentemente, serviu para desgastar ainda mais a relação.

"O casamento é um oásis de horror em um deserto de monotonia." , disse o poeta francês Charles Baudelaire (1821-1867). Não há dúvida de que existem casamentos ótimos, mas nem sempre a vida a dois é fácil de suportar. A questão da semana é exatamente sobre isso: o caso da mulher que se sente profundamente sozinha no casamento.

O ímpeto sexual é igual, mas o desejo feminino pode ser afetado por múltiplos fatores

A terapia de casal ainda é encarada com resistência. Parceiros que vivem relações problemáticas hesitam em recorrer a essa modalidade de análise por uma série de motivos: desde achar que a medida é para fracassados até medo do julgamento que família e amigos farão.

No ano passado, um artigo publicado no The Wall Street Journal chamou atenção dos leitores, pois ele descrevia que, segundo advogados especializados em divórcio nos EUA, a maioria dos casos atuais de separação foi decorrente de interações iniciadas no mundo virtual, isto é, trocas constantes de e-mails, envio de mensagens de texto por celular e, principalmente, contatos sucessivos estabelecidos através das redes sociais, contribuíram para que 80% das divergências afetivas tivessem origem no mundo cibernético.

Superar o fim de um romance, principalmente se a decisão pelo término não foi sua, não é tarefa das mais fáceis. E em muitos casos, quanto mais você quer apagar alguém da cabeça, mais a lembrança dos momentos vividos insiste em perturbar. Isso acontece, em parte, porque a pessoa toma atitudes equivocadas.

Quando for fazer amor.
Faça nu.

Psiquiatra e psicanalista, Alfredo Simonetti chama de "nó" as crises e dificuldades naturais e comuns pelas quais as uniões amorosas passam. Em seu livro "O Nó e o Laço", lançado no último mês, ele não propõe receitas para alcançar o "casamento perfeito", mas lança novo olhar sobre o maior desafio da humanidade: a relação humana.

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O amor é cego, diz o ditado popular. Encontrar alguém, apaixonar-se e casar, a opção mais natural para a maioria das pessoas, é uma equação arriscada. Como evitar o arrependimento? Pense nos princípios do casamento arranjado, defende o professor indiano Baba Shiv, 52, guru do marketing na universidade Stanford, na Califórnia, uma das mais importantes dos EUA.

Publicado no Journal of Personality, pesquisadores das universidades de Jena e Kassel (Alemanha) procuraram identificar quais seriam os efeitos que os relacionamentos afetivos poderiam criar nos indivíduos que compõem uma relação amorosa.

Talentosos, inteligentes e politicamente corretos, durante onze anos a atriz Gwyneth Paltrow e o cantor Chris Martin, da banda Coldplay, encarnaram o modelo de casal perfeito. E, no último dia 25 de março, eles se tornaram também referências de descasados bem resolvidos, depois que o blog da atriz, o Goop.com, publicou o post intitulado "Conscious Uncoupling", termo que a imprensa brasileira traduziu como "separação consciente".

Você vive mesmo um relacionamento satisfatório ou ao avaliar o assunto de maneira sincera acaba pesando prós e contras que nada têm a ver com o amor? Especialistas apontam as situações mais comuns que indicam que o comodismo tomou conta da sua vida amorosa (e que o futuro do seu relacionamento depende de circunstâncias que não incluem, necessariamente, o afeto).